Rui Biriva
Composição: rui biriva/elton saldanha/vaine darde
Os amores qual as flores são encantos passageiros
Em chegadas e partidas, mas te digo companheiro amigo á pra toda
vida
Todo amor cobra seu preço, brilha mas se despedaça
Beija e deixa cicatrizes, porém as horas felizes o amigo traz de
graça
Amizade, amizade, é dom divino da paz
É poesia e violão cantando a mesma canção com duas vozes iguais
São os diamantes da vida que brilham nos olhos da gente
Um amigo é para sempre, um amigo é para sempre
É um duende, é uma fada, é nosso anjo da guarda
A mãe, o pai, o filho, a eterna mão abençoada sempre estendida
ao auxílio
Quando mesmo Deus nos falta, mesmo assim está presente
Pois se a gente leva um tombo, o amigo empresta o ombro e chora
junto da gente
Amizade, amizade, é dom divino da paz
É poesia e violão cantando a mesma canção com duas vozes iguais
São os diamantes da vida que brilham nos olhos da gente
Um amigo é para sempre, um amigo é para sempre
É melhor atirar-se à luta em busca de dias melhores, mesmo correndo o risco de perder tudo, do que permanecer estático, como os pobres de espírito, que não lutam, mas também não vencem, que não conhecem a dor da derrota, nem a glória de ressurgir dos escombros. Esses pobres de espírito, ao final de sua jornada na Terra não agradecem a Deus por terem vivido, mas desculpam-se perante Ele, por terem apenas passado pela vida. Bob Marley
segunda-feira, 29 de novembro de 2010
sexta-feira, 26 de novembro de 2010
Só o AMOR constrói!
Por amor sofri algumas vezes
eu recordo a primeira ocasião
por amor roubei a primavera
com suas flores eu fiz esta canção
por amor perdemos a consciência
e deixamos, livre o coração
o amor se entrega e não se pensa
pode mais a fé, que a razão
se você vive só e abatido
deveria pensar
que passamos todos pela vida
mas a alma é imortal
só o amor é a saída
limpa constrói, concebe e procria
somente o amor cura a ferida
que alguma vez nos causou tanta dor
por amor morreu crucificada
a esperança da humanidade
o amor é a fruta sagrada
a promessa de nossa liberdade
por amor perdemos a consciência...
Linda canção do Danil com participação especial do Pe. Fábio de Melo.
eu recordo a primeira ocasião
por amor roubei a primavera
com suas flores eu fiz esta canção
por amor perdemos a consciência
e deixamos, livre o coração
o amor se entrega e não se pensa
pode mais a fé, que a razão
se você vive só e abatido
deveria pensar
que passamos todos pela vida
mas a alma é imortal
só o amor é a saída
limpa constrói, concebe e procria
somente o amor cura a ferida
que alguma vez nos causou tanta dor
por amor morreu crucificada
a esperança da humanidade
o amor é a fruta sagrada
a promessa de nossa liberdade
por amor perdemos a consciência...
Linda canção do Danil com participação especial do Pe. Fábio de Melo.
sexta-feira, 19 de novembro de 2010
Primavera
Metamorfose dos encantos
Encaixe dos sentimentos
Delicadezas se ondulam em flores
Nas asas da imaginação
Seu sorriso, meu disfarce
Me perco no equinócio do seu florescer
Num canto bem adubado do meu coração
Outra semente germina
Pulula em vida pós-inverno
De begônias e hortênsias
Ornando meu caminhar.
Quem hibernou, involuntário
Ao saltar para a primavera
Encontra suave brisa
A refrescar a tez acalorada febrilmente.
Encaixe dos sentimentos
Delicadezas se ondulam em flores
Nas asas da imaginação
Seu sorriso, meu disfarce
Me perco no equinócio do seu florescer
Num canto bem adubado do meu coração
Outra semente germina
Pulula em vida pós-inverno
De begônias e hortênsias
Ornando meu caminhar.
Quem hibernou, involuntário
Ao saltar para a primavera
Encontra suave brisa
A refrescar a tez acalorada febrilmente.
Enfim vitória de uma semente
É primavera chegando
A esperança renascendo
O colorido tingindo
O caminho do passante
Desencasula... para a vida
Desacrisola... para a maturidade
As forças da natureza me deixam e êxtase
Momento de recomeçar
Floreça em mim a primavera de minh'alma
As lágrimas transformem-se em suave brisa
Ou num orvalho manso a regar meu coração...
Estação das flores dentro de mim,
A esperança renascendo
O colorido tingindo
O caminho do passante
Desencasula... para a vida
Desacrisola... para a maturidade
As forças da natureza me deixam e êxtase
Momento de recomeçar
Floreça em mim a primavera de minh'alma
As lágrimas transformem-se em suave brisa
Ou num orvalho manso a regar meu coração...
Estação das flores dentro de mim,
Reaja ao inverno sequioso dos sonhos meus
E brotem novos sonhos
Novas forças,
Nova vontade de sonhar.
Caminho lentamente, mas com firmeza
Esqueço o que doeu
Apago o traço da dor
Aborto a palavra saudade
Construo ruas de felicidade
Onde dançarei a dança da paz
Com o arco-iris a brincar
Ao vento vão os pensamentos
Novos sonhos, novos alentos
O tempo... ah, o tempo! Meu íntimo confidente,
A primavera me trouxe.
Um dia novo está surgindo
Um sonho novo me envolve
Vida nova...
Saúde...
Paz...
Enfim, a primavera me beija a face.
E brotem novos sonhos
Novas forças,
Nova vontade de sonhar.
Caminho lentamente, mas com firmeza
Esqueço o que doeu
Apago o traço da dor
Aborto a palavra saudade
Construo ruas de felicidade
Onde dançarei a dança da paz
Com o arco-iris a brincar
Ao vento vão os pensamentos
Novos sonhos, novos alentos
O tempo... ah, o tempo! Meu íntimo confidente,
A primavera me trouxe.
Um dia novo está surgindo
Um sonho novo me envolve
Vida nova...
Saúde...
Paz...
Enfim, a primavera me beija a face.
terça-feira, 16 de novembro de 2010
sexta-feira, 12 de novembro de 2010
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